domingo, 2 de junho de 2013

Projeto de lei garante educação para futuros craques

Tramita na Alerj com parecer favorável o Projeto de Lei n° 607/2011, que determina que os clubes de futebol sediados no Estado do Rio de Janeiro devem assegurar que estejam matriculados em instituição de ensino, pública ou particular, todos os jogadores menores de 18 (dezoito) anos até a conclusão do Ensino Médio, com os quais possuam qualquer forma de vínculo, zelando pela sua frequência e aproveitamento escolar.

De autoria do deputado estadual Waguinho, líder do PRTB na ALERJ, o PL tem por objetivo estimular a valorização da educação no Estado e servir como um instrumento de proteção ao futuro de milhares de jovens que abandonam os estudos para tentar um contrato profissional. “O Estatuto da Criança e do Adolescente, em seu Art. 53, estabelece que a criança e o adolescente, até os dezoito anos, têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho. Portanto, esta proposição visa garantir, através de medida concreta e objetiva, que seja respeitado efetivamente esse direito”, destacou Waguinho. 


Veja as interdições no trânsito para o jogo Brasil e Inglaterra no Maracanã

O trânsito no entorno do Maracanã vai sofrer alterações, neste domingo (2), no amistoso entre Brasil e Inglaterra. O jogo vai marcar a reinauguração oficial do estádio, que vai receber a Copa das Confederações que vai do dia 15 ao dia 30 de junho.


A Secretaria municipal de Transportes (SMTR), a CET-Rio e a Rio Eventos Especiais montaram um esquema especial de trânsito e operação em toda região próxima ao estádio. O plano inclui a implantação de pontos de bloqueio, estabelecimento de rotas alternativas e logística operacional. Metrô e trem são as melhores alternativas para os torcedores.
O esquema operacional, iniciado na noite de sábado (1º), deve terminar no domingo, às 20h. Entre as mudanças adotadas está a proibição de estacionamento nas ruas do entorno do Maracanã.
O Centro de Operações Rio (COR) vai monitorar toda a área do evento com 42 câmeras, permitindo que técnicos da CET-Rio implantem ajustes na programação dos semáforos para garantir a fluidez do trânsito e adaptá-lo às novas condições após a implantação dos bloqueios no entorno.
A operação contará com 450 controladores da CET-Rio e agentes da Guarda Municipal. Dez reboques serão posicionados nos arredores para desobstrução das vias em caso de acidente ou quebra de veículo.

Interdições a partir das 12h
No domingo, a partir das 12h, a circulação de veículos estará proibida nas seguintes vias:  Avenida Radial Oeste (Avenida Presidente Castelo Branco), sentido Centro, Avenida Maracanã, em ambos os sentidos no trecho próximo ao Maracanã,  Viaduto Oduvaldo Cozzi, Viaduto de São Cristóvão, Avenida Professor Manoel de Abreu, em ambos os sentidos no trecho próximo ao Maracanã, Rua Mata Machado e Radialista Waldir Amaral.
Estacionamento proibido
Desde sábado (1º), o estacionamento está proibido nas seguintes vias: Rua Professor Eurico Rabelo, Rua Luiz Gama, Rua Morais e Silva, Rua Ibituruna, Rua Radialista Waldir Amaral, Rua Visconde de Itamarati, Rua Isidro de Figueiredo, Rua Artur Menezes, Rua Conselheiro Olegário, Avenida Paula Sousa, do lado esquerdo entre a Luiz Gama e a São Francisco Xavie, Avenida São Francisco Xavier, Rua Paraíba, Avenida Presidente Castelo Branco, Rua Sousa Dantas, Professor Manoel de Abreu entre a Radial Oeste e São Francisco Xavier.
A circulação de veículos também está proibida nas seguintes vias: Rua Professor Eurico Rabelo, Rua Visconde de Itamarati, Rua Isidro de Figueiredo, Rua Artur Menezes, Rua Conselheiro Olegário, Rua Mata Machado.

sábado, 1 de junho de 2013

A conta da desigualdade: Baixada Fluminense sofre com poucos PMs, enquanto criminalidade aumenta


Faz pelo menos um ano e meio que nenhum batalhão da Baixada Fluminense consegue atingir as metas de redução dos índices de criminalidade do governo. O fato precipitou a queda da chefia do 3º Comando de Policiamento de Área (CPA), ocorrida há duas semanas. Mas há um dado que especialistas consideram determinante para essa ineficiência: cinco dos seis batalhões da região estão em áreas com mais de mil habitantes a cada PM do seu efetivo original. São eles: 20º (Mesquita); 39º (Belford Roxo); 15º (Caxias); 21º (São João de Meriti); e 24º (Queimados). No Estado do Rio, são 12 dos 39 batalhões nestas condições.
O levantamento, com dados de março, é do deputado estadual Pedro Fernandes (PMDB), com base em informações repassadas por fontes da Secretaria de Segurança Pública do Rio. Em relação à Baixada, o recém-empossado comandante do 3º CPA, coronel Claudio Lima Freire, confirma os números, embora considere que a situação vem sendo amenizada com o emprego de PMs pelo Regime Adicional de Serviço (RAS) — trabalho no dia da folga.
Dados do Ministério da Justiça mostram que a média nacional é de 431 habitantes por PM. O 20º BPM (Mesquita) vive a pior situação do estado, em relação a seu efetivo original. Tem 1.659 habitantes por cada PM. Dá 284% a mais do que a média nacional. E cabe a pergunta: e se fosse na Zona Sul da cidade do Rio? Na Área Integrada de Segurança Pública do Leblon (Aisp 23), por exemplo, são 157 habitantes por policiais. Em Botafogo (Aisp 2), 451. Apesar disso, as Aisps de Mesquita e Caxias tiveram, respectivamente, em 2012, um homicídio doloso a cada 2.613 habitantes e a cada 2.479. Em Botafogo (Aisp 2), na Zona Sul, foi um homicídio a cada 34.948 habitantes (13 vezes mais pessoas do que em Mesquita).
Medo toma conta de moradores
Com elevado número de habitantes por cada policial militar, as cidades da Baixada apresentam índices de criminalidade altos nos três tipos de crimes usados, pela Secretaria de Segurança, para avaliação semestral de metas: homicídio doloso (quando há intenção), roubo de veículos e roubo a transeuntes. Não só os números dizem isso. Mas também os relatos nas ruas.
No dia 13 de maio, dois homens renderam o gerente de transportadora Podalírio Oliveira, de 52 anos, num bairro de Duque de Caxias, quando saía de uma agência bancária. Ele foi ameaçado de morte e teve uma arma encostada em sua cabeça. O caso foi registrado na 59ª DP (Duque de Caxias).
— Um dos bandidos apontava a arma para mim e para outras pessoas. Dizia que qualquer coisa que saísse errada, ele iria matar algum de nós — diz o gerente, que considera insuficiente o número de PMs nas ruas da cidade.
Em 2012, a Aisp 15 (Duque de Caxias) registrou 4.354 roubos a pessoas nas ruas. Um roubo a cada 201 habitantes.
Já X. tem até medo de tirar foto. Ela é dona de uma joalheria, também em Caxias. Este mês, um homem de terno entrou em seu estabelecimento e pediu um cordão grosso de ouro. Logo depois anunciou um assalto.
— Minha intenção era trabalhar com joias caras, mas desisti. Mudei o foco da empresa — disse X..
Em Mesquita, Luis Jorge Ribeiro, de 57 anos, foi assaltado também este mês. À noite. Um homem com uma faca o abordou. Queria a bicicleta e a carteira do aposentado:
— Deixei de ir ao baile com medo da violência.
PM apela para folgas
Há três semanas, antes mesmo da queda do ex-comandante do 3º CPA, Danilo Nascimento da Silva, houve uma reunião no Estado-Maior da PM. O objetivo era fazer um ajuste nos quantitativos dos policiais. Houve um veredicto de que era preciso melhorar o aproveitamento dos policiais de folga no regime do RAS.
Em 2012, apenas as Aisps do 15 BPM (Caxias) e do 20º BPM (Mesquita) estavam inseridos no programa RAS com 192 vagas diárias e 237, respectivamente. Mas, muitas vezes, os policiais não se ofereciam porque os horários eram incompatíveis com a disponibilidade dos homens.
Ao longo deste ano, os outros quatro batalhões da Baixada ingressaram no sistema. Atualmente, o 39º (Belford Roxo) tem, por dia, 20 vagas; o 34º (Magé), 30; o 24º (Queimados), 30; e o 21º (São João de Meriti), 80.
Questionado se o efetivo original somado o número de policiais pelo RAS é suficiente, o atual comandante do 3 CPA, coronel Lima Freire foi otimista:
— Fizemos ajustes e já melhorou. Estamos tendo um preenchimento, em dias úteis, de 97% a 100% das vagas oferecidas no RAS. Se trabalharmos com essa plenitude, é suficiente. Mas, se verificarmos que precisa de mais RAS, pedirei mais — disse o oficial.
Mais PMs, menos crimes
As regiões englobadas pelos seis batalhões localizados na Baixada Fluminense têm 1.294 habitantes por policial militar. Na Zona Sul da cidade do Rio, essa relação é de 233 habitantes por policial.
— O mais importante nesse levantamento (de efetivo original de PMs) da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) é ele demonstrar uma desproporção na distribuição de efetivos. Mesquita não tem que ter o mesmo número do bairro do Leblon. Não é equivalência, mas se um lugar tem 1.600 habitantes por policial, e o outro tem cem, é claro que a capacidade de pronta resposta do batalhão do primeiro lugar está comprometida — diz a professora do Instituto Universitário de Pesquisas (Iuperj), Jaqueline Muniz.
Já para o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mário Jorge Cardoso de Mendonça, os dados do levantamento feito na Alerj corroboram as conclusões de um estudo realizado pelo economista: o de que o aumento de efetivo policial, sobretudo aquele relacionado à Polícia Militar, tem o efeito de reduzir o número de homicídios.
— Mas é preciso fazer ressalvas. Para explicar o fenômeno da criminalidade, outras variáveis devem ser levadas em consideração, como os aspectos socioeconômicos de cada localidade.
Polícia Militar admite mais policiamento em áreas turísticas
Em nota, a assessoria de imprensa da PM informou que há novos PMs sendo formados e alegou, ainda, que “em qualquer cidade do mundo há mais policiamento em regiões em que há exploração do turismo”. Leia a íntegra do informe:
1- A análise do efetivo necessário para cada região não obedece apenas a critérios quantitativos. Em qualquer cidade do mundo há mais policiamento em regiões, por exemplo, em que há exploração do turismo como atividade econômica e que gera empregos.
2- O efetivo tem sido reforçado com policiais do Regime Adicional de Serviços (RAS). Em maio, cerca de 1600 policiais por dia trabalharam reforçando os batalhões de todo o Estado pelo RAS. Metade deste efetivo tem sido empregado nos batalhões da Baixada Fluminense.
3- O atual comando da PM tem estimulado o diálogo com a comunidade por meio dos Conselhos Comunitários. A experiência realizada em Niterói foi muito positiva e resultou no reforço de mais 680 policiais para o município. O diálogo vem acontecendo na Baixada e promete resultados em breve. Só em Duque de Caxias começa em junho o trabalho do Programa Estadual de Integração na Segurança (PROEIS) com 52 policiais.
4- A comparação entre efetivo de Unidade de Polícia Pacificadora e o policiamento em áreas formais urbanas é comum entre o público leigo, mas não encontra ressonância entre os gestores e especialistas. O efetivo de uma UPP tem o objetivo de resgatar o território e preservá-lo da presença de traficantes armados, devolvendo a comunidade a seus verdadeiros donos: os moradores de bem.
5- Outro ponto que tem que ser considerado é que o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças tem formado uma média de 500 policiais por mês. Estes são movimentados conforme as necessidades do plano de pacificação de comunidades e também considerando as metas de redução de criminalidade de rua. Trata-se de uma gestão que tem foco nestas duas atividades. Não há, como se afirma, “desvio” ou "deslocamento" de função, e sim destinação.
6- A estratégia de concentrar nestes dois focos tem trazido resultados estruturais importantes. A redução no número de homicídios é um deles – vale lembrar que em novembro houve o menor número de homicídios em 21 anos no Rio de Janeiro, desde que teve início a série histórica. O indicador de Letalidade Violenta (homicídio doloso, latrocínio, homicídio decorrente de intervenção policial e lesão corporal seguida de morte) no Estado do Rio de Janeiro no mês de março apresentou uma redução de 1,3% se comparado com o mesmo período do ano passado. Foram 442 vítimas em março de 2013, contra 448 no mesmo mês de 2012. É lícito entender que se houvesse desvio de função a Polícia Militar não teria alcançado estes índices.
7- No Estado, segundo informa o ISP, desde que teve início a Polícia de Pacificação (considerando o ano de 2010), houve queda nas mortes violentas e nos roubos de rua, dois dos índices que mais têm relação com a sensação de segurança. Em 2010, houve 5828 mortes violentas, seguidas de 4960 em 2011 e 4606 em 2012 (1260 de janeiro a março de 2013). Foram 78536 roubos de rua registrados em 2010, seguidos de 66535 em 2011 e 58539 (até março de 2013 são 16153).

Fonte O Globo

Colégio Vetor de Nova Iguaçu inova na educação de seus alunos

 Tradicional instituição de ensino, com objetivo de preparar jovens alunos para o ingresso nas mais diversas carreiras profissionais o colégio Vetor de Nova Iguaçu sai na frente dos concorrentes quando o assunto é inovação no ensino. 
O colégio lançou no mês passado uma atividade que vem chamando muita atenção de entidades ligadas à educação e também por parte da mídia, o Projeto “Aula Campo”.
De acordo com o Professor e diretor da instituição, Fábio Saraiva, o Projeto consiste em passeios turísticos onde em cada local, os alunos recebem informações sobre o local de forma educativa, divertida e dinâmica. "O passeio – aula campo- é uma forma inovadora de ensinar os alunos.  Além de buscar a excelência da qualidade de ensino, tem como objetivo contextualizar e vivenciar a construção do conhecimento dentro e fora de sala. Para isso, as aulas de campo são fundamentais", garantiu Fábio Saraiva. 
A primeira "Aula Campo" aconteceu no Museu Imperial de Petrópolis onde cerca de 50 alunos puderam aproveitar ao máximo o passeio e as informações educativas. "Além da visão turística, o projeto tem os objetivos de ampliar a visão de espaço, estimular a socialização, relacionar as características do ambiente natural e cultural com a qualidade de vida, transmitir valores e hábitos de preservação do meio ambiente", completou Fábio Saraiva.







Piloto de Nova Iguaçu busca patrocínio para conseguir participar da Stock Car

Enquanto muitas mães pedem para que os filhos dirijam devagar, a empresária Mariza Gagno se vê obrigada a dizer: "Pisa fundo, acelera!". O coração fica apertado, mas a recomendação é dada a Luir Miranda, seu filho, que é piloto há 10 anos. Morador de Nova Iguaçu, o jovem, que tem 19 anos e possui mais de 80 troféus e 100 medalhas, teve de dar uma freada no sonho, por causa da falta de patrocínio.
Luir destaca os títulos de vice-campeão da Fórmula Futuro (2011), bicampeão de kart (2008 e 2010) e bicampeão paulista (2007 e 2008). Ele também conquistou dois capacetes de ouro (2008 e 2011).
— Adiei meu sonho. Espero patrocínio para participar da Stock Car — diz Luir, que já integrou a equipe de Felipe Massa (piloto da Ferrari na F-1) nas 500 Milhas de Kart, em Santa Catarina. Luir também pilotou o kart da equipe Massa/Shell V-Power ao lado de Massa, Guilherme Silva e Lucas di Grassi.



Fonte Extra

Edital das provas da PM sai em julho

Quem aguarda o concurso para concorrer a uma vaga na Polícia Militar do Rio deve se apressar na preparação. A seleção está próxima e, de acordo com o chefe do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), tenente-coronel Kleber Martins, o edital para a disputa por uma das seis mil oportunidades será divulgado em julho.

“O edital já está finalizado e estamos esperando apenas o fim da licitação para escolha da empresa que vai aplicar as provas. Se tudo transcorrer dentro do prazo previsto, o concurso será anunciado no próximo mês”, afirma o oficial.

O concursos está autorizado pelo governador do Rio, Sérgio Cabral, desde julho do ano passado. A seleção será para preencher vagas de soldado, sargento músico, oficial combatente, cabo auxiliar de enfermagem e oficial de saúde.

Entretanto, o comando da PM já adiantou que divulgará editais distintos para cada um desses cargos. O tenente-coronel Kleber Martins garantiu que serão oferecidas 6 mil vagas, 10% delas destinadas às mulheres, esclarecendo boatos de que o concurso para soldado seria apenas para cadastro de reserva.

O salário inicial para soldados é de R$2.382,89, mas a remuneração pode ultrapassar R$ 5 mil, devido às gratificações para quem faz cursos de qualificação ou trabalha em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

A corporação ainda oferece como benefícios assistência médica familiar e fardamento gratuito para cabos e soldados, além de alimentação.

Preparação é fundamental

Para Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a dica é estudar a partir de questões da última seleção feita em 2010. “Para as provas, os candidatos precisam se atentar para novas disciplinas que foram incorporadas como Sociologia, História do Brasil e Geografia do Rio de Janeiro”, explica.

De acordo com informações do Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), 50% dos aprovados na prova objetiva são reprovados no teste físico. Estrella alerta para o teste mais importante do processo. “É preciso ter disciplina para conciliar os estudos com a preparação física. Isto é essencial para esta seleção”, completa.


Fonte Jornal O Dia 

Atos Oficiais -Prefeitura de Nova Iguaçu

Link Atos Oficiais 01 de junho de 2013